Sobre o estudo dirigido

        Passando por aqui para deixar registrado um pouco das minhas inquietações com esse estudo dirigido, continuo afirmando o quanto tem sido desafiador e provocativo essas argumentações e construção de aprendizagem para mim, sigo tentando.

  Ao longo das leituras venho percebendo algumas aproximações interessantes entre Álvaro Vieira Pinto e Pierre Lévy, principalmente no modo como ambos rompem com a ideia de uma tecnologia neutra. (estou tentando compreender melhor). Aos poucos, fica mais claro para mim que a técnica não é apenas um recurso, mas algo que participa da forma como pensamos, aprendemos e nos relacionamos com o mundo.

        Ao mesmo tempo, também começam a aparecer algumas tensões importantes entre esses autores. Enquanto Vieira Pinto chama mais atenção para as condições históricas, o trabalho e as desigualdades que atravessam a produção tecnológica (por sinal entender tudo isso não é uma tarefa simples, n aminha opinião), Lévy parece enfatizar mais as transformações cognitivas e as possibilidades abertas pelas tecnologias.

        Ainda estou organizando melhor essas ideias e amadurecendo as leituras, então este é mais um registro do meu percurso até aqui. Em breve, pretendo trazer uma reflexão mais consistente, articulando com mais profundidade essas convergências e divergências.


Comentários

  1. Olá Adriana. De que forma e em que medida o estudo dirigido auxiliou (ou não) em suas leituras e aprendizagens?

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  2. Olá professor, tenho encontrado algumas dificuldades para compreender as leituras, especialmente pela densidade dos textos e pela minha rotina. Ainda assim, o estudo dirigido tem me ajudado a ter um norte, organizando melhor o que preciso focar. Aos poucos, sinto que isso tem contribuído para o meu processo de aprendizagem.

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